Os filmes: Ausência de Malicia e o Custo
da Coragem tratam de assuntos bastante relevantes para a classe dos
jornalistas, como por exemplo, ate que ponto o profissional do jornalismo deve
ser envolver com as suas fontes? E será que a noticia poderia ser verificada
como um fato que realmente trata da verdade sem interferência do autor?
Perguntas como essas sempre rodearam a vida dos jornalistas no
decorrer das décadas, mas consequente não existe, em minha opinião, a possibilidade
de um jornalismo totalmente isento ou totalmente puro. Pois este é constituído
de recortes do “real” manipulado pelo profissional para atender a seu ponto de
vista mesmo que essa não seja sua intenção.
Os filmes abordam alguns problemas em comum, como a falta de ética, o que e indispensável do ponto de vista que esta seria a norteadora pela busca da verdade e da qualidade da informação passada. Como qualificado nas novas diretrizes aplicadas ao profissional da comunicação:
Os filmes abordam alguns problemas em comum, como a falta de ética, o que e indispensável do ponto de vista que esta seria a norteadora pela busca da verdade e da qualidade da informação passada. Como qualificado nas novas diretrizes aplicadas ao profissional da comunicação:
“Competências
Comportamentais - Perceber a importância e os mecanismos da regulamentação
político-jurídica da profissão e da área de comunicação social; Identificar, estudar
e analisar questões éticas e deontológicas no jornalismo; Conhecer e respeitar os
princípios éticos e as normas deontológicas da profissão; Avaliar, à luz de
valores éticos, as razões e os efeitos das ações jornalísticas; Atentar para os
processos que envolvem a recepção de mensagens jornalísticas e o seu impacto
sobre os diversos setores da sociedade; Impor aos critérios, às decisões e às
escolhas da atividade profissional as razões do interesse público; Exercer,
sobre os poderes constituídos, fiscalização comprometida com a verdade dos
fatos, o direito dos cidadãos à informação e o livre trânsito das ideias e das mais
diversas opiniões.”
A aplicação desses conceitos na pratica
se mostram inegavelmente impraticáveis em certos aspectos como na busca por uma
noticia que mostrasse um caráter totalmente isenta dos interesses do jornalista
e dos donos de jornais, e, mas voltadas para o publico. Vale destacar que nos
filmes as personagens principais foram expostas a situações diversas que no
decorrer da trama mostram o verdadeiro teor e poder que um jornalista pode ter
na sociedade mesmo que esse não queria, mas sempre existe a interferência deste
no modo de vida da população em geral, pois uma matéria é formulada não só para
informar, mas também para destacar recortes da verdade que merecem ou não (dependendo
da situação) ser destacar, isso ficando a critério do próprio jornalista.
O compromisso inegável dos jornalistas com
a verdade dos fatos e o seu trabalho parecem nem sempre estarem pautados
diariamente em todos os meios de comunicação, pela precisão da apuração dos
acontecimentos e sua correta informação. Porém, diariamente, vemos jornalistas
atentando contra a moral e os bons costumes das pessoas. Este é um exemplo de
delito grave, dizer que fulano cometeu um crime, mas que na verdade ele não
cometeu, porque ainda não foi julgado e condenado pela Justiça, caracterizado
como calúnia.
Julgo que a partir de nova concepção
obtida pela obtenção de novos conhecimentos por meios das obras
cinematográficos, concluísse que:
*Existiria sempre uma busca inesgotável
pela verdade (Justiça);
*A ética é algo totalmente relativo, sendo
quase inútil a busca por esta na concepção de que somos fomentadores da
“verdade”.
*A imparcialidade só e alcançada a partir
de uma somatória de varias qualidades, como por exemplo, da junção: compromisso
jornalístico e verdade.
*Existe a defesa de um pensamento
pessoal, que pode resultar em má apuração, perda de foco e falta de compromisso
para com a sociedade.
*O dever do jornalista é ser mensageiro e
retratar os fatos.
Além disso, fica no ar uma ultima
questão: Até onde o jornalista pode investigar?
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